Política da Qualidade

1. Melhoria continua

Faz parte da Política da Qualidade a focalização na melhoria contínua dos processos e atividades com vista à satisfação dos clientes e outras partes interessadas e no equilíbrio económico-financeiro do CATIM.

Este foco contínuo deve ser também mantido através do funcionamento e melhoria do SGQ, incorporando na sua avaliação o desempenho dos seus processos, o retorno de informação das partes interessadas e a gestão do risco e das oportunidades.

2. Imparcialidade e independência

Faz parte da Política da Qualidade, a necessidade de o CATIM se manter imparcial e independente nas suas atividades de avaliação técnica.

As estruturas orgânicas do CATIM e respetivo pessoal nas quais se baseiam as atividades dos Laboratórios, Organismo de Certificação, Organismo Notificado e todas as restantes, não devem estar sujeitos a qualquer tipo de pressão comercial, financeira ou de outra natureza que possa colocar em causa a imparcialidade, a independência e a credibilidade dos serviços prestados.

Estes requisitos e a competência técnica reconhecida, são e serão a base do relacionamento com cada Cliente e a base da acreditação dos laboratórios de ensaio e de calibração, do Organismo de Certificação de Produtos, do Organismo Notificado e de outros reconhecimentos por segunda e terceira parte.

Para assegurar a imparcialidade e independência, os Laboratórios, Organismo de Certificação de Produtos e respetivo pessoal não participam na conceção, produção, venda, instalação, manutenção ou distribuição dos itens que ensaiam, inspecionam ou avaliam, mas também de itens semelhantes da concorrência, nem prestam qualquer outro serviço de consultoria técnica com base nos ensaios/calibrações, inspeções e avaliações efetuados.

Dado o carater estatutário do CATIM, instituição privada de utilidade pública sem fins lucrativos, em cujo capital social participam empresas potencialmente clientes dos serviços disponibilizados, o Conselho de Administração reafirma a total independência das avaliações técnicas das suas estruturas orgânicas e respetivo pessoal, não sendo admissível qualquer tipo de pressão por parte dos órgãos sociais e associados que possa colocar em causa a sua imparcialidade e independência.

Para além da Política e estrutura organizacional estabelecida que promove e possibilita a independência técnica e imparcialidade das atividades, o SGQ deve estabelecer e evidenciar, em especial nas atividades em que a imparcialidade é um requisito de acreditação, metodologia de Gestão do Risco ou mecanismo que reforce e melhor salvaguarde a imparcialidade requerida.

Aos requerentes de serviços no âmbito da Marcação CE (Organismo Notificado, Organismo de Certificação de Produtos), o CATIM garante o livre acesso e igualdade a todas as partes interessadas nos serviços prestados, salvo nas condições previstas nas Normas de referência. O CATIM estabelece práticas não discriminatórias e restringe a definição de requisitos, avaliação, revisão e decisão (e acompanhamento se existente) e outras ações, às matérias especificamente relacionadas com o âmbito específico em causa.

3. Confidencialidade e segurança.

Faz parte da Política da Qualidade a completa observância do sigilo profissional no que diz respeito a toda a informação trocada com cada cliente e a segurança de toda a informação ou itens no CATIM depositados.

O compromisso de sigilo profissional por parte de cada colaborador do CATIM é formalizado pela assinatura de um termo de responsabilidade.

A segurança da informação ou dos itens é também garantida pela definição e implementação de medidas que impeçam o indevido acesso ou apropriação de informação ou de itens.

4. Cooperação.

Faz parte da Política da Qualidade a determinação do CATIM em cooperar de forma aberta e interessada com Clientes, Organismos de Acreditação, de Certificação e de Normalização, Entidades Regulamentares e Fiscalizadoras, outros Laboratórios e Organismos Notificados, de Certificação de Produtos, Associações e Ordens Profissionais, Entidades do Sistema Científico e Tecnológico e de Formação, com vista à melhoria da satisfação das necessidades dos clientes, das partes interessadas e da sociedade em geral.

5. Normalização de referência

Faz parte da Política da Qualidade a adoção de normas nacionais e internacionais de gestão e técnicas como meio mais eficiente e eficaz de realizar atividades de forma competente, consistente e imparcial, e como meio de demonstração de requisitos e especificações, sem prejuízo dos requisitos dos clientes.

Ao nível dos Laboratórios de Ensaio e calibrações, a completa observância da Norma NP EN ISO/IEC 17025 e o compromisso de que todos os ensaios e calibrações sejam efetuados de acordo com os métodos estabelecidos e com os requisitos dos clientes.

Ao nível da acreditação como Organismo de Certificação de Produtos, a completa observância da Norma NP EN ISO/IEC 17065.

6. Ambiente e Segurança

Faz parte da Política da Qualidade, o controlo dos impactes ambientais inerentes às suas atividades e o cumprimento da legislação ambiental aplicável.

Faz parte da Política da Qualidade também o cumprimento de toda a legislação de higiene e segurança no trabalho.

O CATIM compromete-se a estabelecer metodologia de apreciação dos riscos que possam colocar em causa o ambiente e a saúde dos colaboradores, investindo na formação e informação contínua, privilegiando as ações de proteção coletiva e disponibilizando equipamentos de proteção individual.

7. A política definida impõe o cumprimento das seguintes condições:

·        Entendimento e compromisso de todos os colaboradores do CATIM para com a Política da Qualidade e o SGQ estabelecidos.

·        Atitude individual caraterizada por um elevado sentido de oportunidade, de fazer bem, de abertura ao conhecimento, de contínua adaptação às solicitações internas e externas e crescente exigência. 

·        Atitude coletiva privilegiando o trabalho de Equipa, com partilha de princípios, objetivos e resultados.

·        Melhoria contínua dos recursos humanos e materiais.

Missão

O CATIM, centro de apoio tecnológico à indústria metalomecânica é uma instituição privada de utilidade pública sem fins lucrativos, que resultou da associação de interesses, de empresas industriais e respectivas associações com organismos públicos.

Foi criado no âmbito do Decreto-Lei n.º 249/86 de 25 de Agosto, com as alterações que lhe foram introduzidas pelo D.L. 312/95 de 29 de Novembro e registado como Instituição de Utilidade Pública, conforme publicação no Diário da República n.º 15, II série de 87-01-19, na Conservatória do Registo Comercial do Porto, Matricula N.º 2, detentor do número de contribuinte n.º 501 630 473.

 A sua Missão é a de contribuir para a inovação e competitividade das indústrias nacionais da metalomecânica e sectores afins ou complementares.

 

 

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